Após decisão judicial, ônibus circulam normalmente na manhã desta sexta-feira
No entanto, estão previstas manifestações em várias empresas, vias e estradas de São Paulo
São Paulo|Do R7, com Agência Record

Os ônibus urbanos operavam normalmente na manhã desta sexta-feira (30). A paralisação, que integraria as manifestações do Dia Nacional de Mobilização e Luta e estava prevista para ocorrer das 4h às 7h. No entanto, por causa de uma liminar emitida pela Justiça por volta das 22h de quinta-feira (29), o protesto foi cancelado pela Força Sindical.
Quem fez o pedido de proibição foi o MPT (Ministério Público do Trabalho). Por conta do processo eleitoral que vive o Sindicato dos Motoristas de São Paulo, a categoria desistiu de aderir ao movimento. Mesmo sem a participação dos motoristas e cobradores, outras ações estão mantidas.
Por volta das 6h30 desta sexta-feira, o presidente da Força Sindical, Paulinho da Força, estava reunido com trabalhadores em frente à empresa metalúrgica MWM, localizada na avenida das Nações Unidas, nº 22.002, em Santo Amaro, zona sul de São Paulo. A central sindical convocou manifestações nas sedes de outras indústrias e em importantes vias da capital.
Protesto fecha rodovia Anchieta em Santos
Os protestos estão previstos na zona leste, em locais como terminal Sacomã, radial Leste, na altura do Brás e largo da Concórdia, avenida Jacu-Pêssego e avenida do Estado, na altura da praça Lions, na zona oeste, na região da ponte do Piqueri com a marginal Pinheiros, e na zona sul, na região da ponte do Socorro.
Estão previstos ainda atos nas rodovias raposo Tavares, Anchieta, Bandeirantes, Castelo Branco e Dutra. E, às 10h, ocorre concentração de trabalhadores da Força Sindical e demais centrais no viaduto Santa Ifigênia, em frente à sede do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), no centro, onde estão acampados os aposentados desde as 16h de quinta-feira (30).
Os atos do Dia Nacional de Manifestação e Luta querem chamar a atenção para a pauta trabalhista, que cobra o fim do fator previdenciário, a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, o reajuste para os aposentados, o fim do projeto de Lei 4330 que amplia a terceirização e mais investimento em saúde e educação.













