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Após dez dias, família ainda não tem respostas para desaparecimento de diarista em Mairiporã

Polícia também não tem pistas sobre o que possa ter acontecido com Solange Ferrari

São Paulo|Do R7

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Simone (foto) foi vista pela última vez ao descer de um ônibus
Simone (foto) foi vista pela última vez ao descer de um ônibus

Desde o dia 1º deste mês, Ruth Franciele Ferrari, filha da diarista Simone da Guia Ferrari, espalha cartazes com a foto da mãe, que desapareceu em Mairiporã, na Grande SP, quando voltava do trabalho. As roupas de Simone, inclusive peças íntimas, o celular, chinelos e um brinco foram encontrados a poucos metros da casa da mãe dela, próximo à rodovia Fernão Dias.

Nesta sexta-feira (10), o sumiço da diarista completa dez dias e a família ainda tenta entender o que pode ter acontecido. Ruth diz não acreditar que a mãe tenha sido morta.


— Morta ela não está, se não a gente já tinha achado. Ou ela está sequestrada, alguém está mantendo ela em um cativeiro.

O caso é investigado pela Delegacia de Mairiporã. No entanto, a polícia ainda não sabe o que pode ter acontecido com a diarista. No último sábado (4), o helicóptero da Polícia Civil chegou a sobrevoar a região onde os pertences de Simone foram achados.


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A mulher havia acabado de sair do ônibus, na rodovia, e caminhava por uma estrada quando foi vista pela última vez. Parentes contaram que ela fazia aquele caminho todos os dias.


A filha de Simone tem procurado a polícia para cobrar agilidade nas investigações. O marido da diarista diz ter esperança.

— Meu coração está dizendo que ela está viva. [...] Minha filha depende dela, eu também dependo dela. Está viva, Deus está protegendo ela em algum lugar, está cuidando dela...

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