Após manhã marcada por diversos protestos, São Paulo registra apenas um ato nesta tarde
Manifestantes estão na Líbero Badaró contra decisão de fechar Feirinha da Madrugada
São Paulo|Do R7
A manhã desta quinta-feira (8) foi marcada por diversos protestos na região metropolitana de São Paulo. Por volta das 16h30, apenas um acontecia na região central da cidade.
Cerca de 200 pessoas realizam uma manifestação na rua Líbero Badaró, na altura do Viaduto do Chá, desde as 11h20. Os manifestantes são contra a decisão da prefeitura de fechar a Feirinha da Madrugada, a partir de segunda-feira (12). O protesto interdita totalmente a via nos dois sentidos, segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego). A Polícia Militar acompanha a manifestação que permanece pacífica.
Mais cedo, o cidadão encontrou, pelo menos, mais três grandes atos na região metropolitana. No bairro do Grajaú, zona sul da capital, membros do Movimento Anchieta realizaram um protesto por moradia. Eles percorreram diversas vias da região e conseguiram marcar uma reunião com representantes da prefeitura. O encontro está marcado para domingo (11), para discutir a situação das 800 famílias que ocupam um terreno particular na rua Alziro Pinheiros Magalhães desde agosto de 2013.
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Os manifestantes do Resistência Urbana, formado pelas frentes do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto), MPM (Movimento Popular por Moradia), MLP (Movimento de Lutas Populares) e outros movimentos realizaram três atos na região da avenida Paulista, da avenida Engenheiro Luis Carlos Berrini e da avenida Senador Teotonio Vilela. Os protestos também eram para reinvidicar moradia e terminaram por volta das 14h. Representantes dos movimentos se reuniram com a presidente Dilma Rousseff, que prometeu estudar a desapropriação do terreno invadido nas proximidades do Itaquerão.
Já em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, cerca de 50 funcionários da Viação Riacho Grande realizaram um protesto em frente à garagem da empresa. O ato começou às 3h e terminou por volta das 13h. Os motoristas e cobradores eram contra a medida da empresa em proibir a gratuidade do cartão BOM para os idosos e também pediam melhores salários. A empresa opera com 12 linhas na região e atende cerca de 30 mil pessoas por dia. Os trabalhadores entraram em acordo com os patrões e já retornaram a seus postos.













