Logo R7.com
RecordPlus

Após protesto pacífico, policiais civis aumentam pressão por greve dia 1º

Categoria não conseguiu ser recebida pelo governador Geraldo Alckmin

São Paulo|Thiago de Araújo, do R7

  • Google News
Policiais civis têm cinco reivindicações para o governo do Estado
Policiais civis têm cinco reivindicações para o governo do Estado ROBSON FERNANDJES/ESTADÃO CONTEÚDO

O protesto de cerca de cem policiais civis (250, segundo a categoria) terminou pacificamente por volta das 17h desta terça-feira (23), em frente ao Palácio dos Bandeirantes, sede do governo de São Paulo. Os agentes prometem aumentar a pressão nos próximos dias, o que pode desembocar em uma greve geral e por tempo indeterminado no dia 1º de agosto em todo o Estado.

Segundo informações do Sepesp (Sindicato dos Escrivães de Polícia do Estado de São Paulo), esse foi o terceiro ato dos policiais civis na capital. A categoria pede melhores salários para escrivães e investigadores, um plano de carreira, aposentadoria especial, incorporação de auxílio para ativos e inativos, e direito à carreira jurídica para os agentes.


Na opinião de Heber Souza, secretário do Sepesp e que esteve presente na manifestação, o mal tempo na cidade atrapalhou a mobilização, que estimava a presença de até 700 policiais. Uma reunião nesta quarta-feira (24), às 15h, junto com representantes do Sipesp (Sindicato dos Investigadores de Polícia do Estado de São Paulo), deve definir os próximos passos.

— Agentes da capital e do interior participaram do protesto de hoje, o qual consideramos positivo, dentro do cronograma fechado na assembleia do último dia 4. O governo se negou a nos receber mais uma vez, o que nos dá força para a assembleia e a greve do dia 1º.


Policiais civis planejam ato em frente ao palácio

Corregedoria da Polícia Civil irá operar 24 horas por dia


Leia mais notícias de São Paulo

Ainda de acordo com o secretário do Sepesp, os policiais civis terão a adesão dos agentes penitenciários para a greve. Souza explicou que, salvo alguma mudança nos próximos dias, a categoria deve cruzar os braços em todo o Estado de São Paulo, mantendo apenas os serviços básicos garantidos por lei.

A manifestação aconteceu no mesmo dia em que o governador Geraldo Alckmin destacou investimentos da ordem de R$ 700 milhões ao longo de 2013. O dinheiro será voltado ao pagamento da incorporação ao salário do chamado adicional de local de trabalho, recebido por todos os policiais do Estado.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.