Após protestos, Câmara de SP aprova reforma da previdência
A proposta teve 33 votos favoráveis e 17 votos contrários. A sessão se encerrou às 15h20 e foi marcada por protestos de servidores
São Paulo|Fabíola Perez, do R7, e Edilson Muniz, da Agência Record

A Câmara Municipal de São Paulo aprovou nesta quarta-feira (26), em segunda votação, a reforma da previdência dos servidores municipais. A proposta foi aprovada com 33 votos favoráveis e 17 votos contrários. A sessão plenária se encerrou às 15h20 e foi marcada por manifestações de servidores contrários às mudançasem frente ao prédio da Câmara, no Viaduto Jacareí, na Bela Vista, zona central da cidade.
A decisão seguirá para ser sancionada pelo prefeito Bruno Covas. Os parlamentares continuarão na Câmara para dar seguimento às votações. A próxima sessão prevista é em relação ao orçamento municipal de 2019.
A proposta estabelece o aumento da alíquota básica de contribuição dos servidores de 11% para 14% e a criação de um sistema de previdência complementar para novos trabalhadores com remuneração superior ao teto de R$ 5,6 mil.
Manifestação
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Um grupo de servidores públicos permanece em frente à Câmara Municipal de São Paulo em um ato contra a reforma da previdência. Houve confusão entre os manifestantes e a Guarda Civil Metropolitana.
O helicóptero da RecordTV flagrou o momento em que os manifestantes derrubam um dos portões do local. Os agentes reagiram com bombas de efeito moral, balas de borracha e gás de pimenta para dispersar o grupo.
Os manifestantes permanecem atrás de um caminhão para tentar se proteger. Já os guardas com escudos protetores se posicionaram na entrada do prédio. A GCM informou que monitora a situação. A Polícia Militar informou que acompanha a manifestação, mas não agiu durante o confronto, já que a segurança interna da Câmara é realizada pela GCM.
A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) informou que há interdição total da via.














