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Bolivianas procuram PM e denunciam trabalho escravo

Debilitada e com muita fome, dupla relatou que havia fugido; mulheres carregavam bebê

São Paulo|Da Agência Record, com Estadão Conteúdo

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Jovens relataram que eram mantidas em cárcere privado
Jovens relataram que eram mantidas em cárcere privado

Duas bolivianas procuraram ajuda da Polícia Militar na noite deste sábado (4), alegando que eram vítimas de trabalho escravo. Elas foram até a 1ª Companhia do 43º Batalhão de Água Fria, na zona norte de São Paulo, junto com um recém-nascido.

As jovens, de 17 e 18 anos, teriam sido contratadas na Bolívia para trabalhar em uma confecção no Brasil, mas informaram que eram mantidas em cárcere privado e que todo o pagamento que recebiam era destinado à alimentação.


As bolivianas contaram ainda à polícia que fugiram do local onde trabalhavam. Elas relataram que produziam peças de tecido e recebiam 5 centavos por cada uma. Como consideravam pouco o pagamento, decidiram escapar, pulando o muro do imóvel.

Sem falar bem português, a dupla teve dificuldade em dizer de onde havia fugido. Segundo informações da polícia, as garotas estavam bastante debilitadas e com muita fome.


Elas passaram a noite abrigadas no alojamento feminino da 1ª Companhia, aos cuidados de uma policial militar. O caso será registrado no 73º Distrito Policial.

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