Carla Cepollina diz que não existem provas contra ela
Para ré, acusações não passam de elucubrações
São Paulo|Do R7, com SP no Ar
Na saída do primeiro dia de julgamento no Fórum da Barra funda, Carla Cepollina, acusada pela morte do ex-coronel da Tropa de Choque de São Paulo Ubiratan Guimarães, em 2006, afirmou, em entrevista, que não existem provas contra ela.
A ré se mostrou confiante na absolvição.
— O Promotor procurou o meu advogado para fazer um acordo antes mesmo de começar o julgamento. Eles não têm nenhuma evidencia científica. Não tem absolutamente nada contra mim. São só elucubrações.
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O advogado de defesa, Eugênio Malavasi, também acredita que não a provas que liguem sua cliente ao evento criminoso. O segundo dia de julgamento deverá acontecer ainda nesta terça-feira (6).
Neste segundo dia, nenhuma testemunha será ouvida. O delegado José Vinciprova Sobrinho, testemunha de acusação, não foi ouvido no primeiro dia e foi dispensado pela defesa e pela acusação. Dessa forma, o julgamento será retomado com a leitura das peças. Trechos de alguns depoimentos — colhidos durante a fase de investigação — de testemunhas que não compareceram serão lidos.
Primeiro dia
O primeiro dia de julgamento da advogada Carla Cepollina durou cerca de oito horas. Por volta das 15h40 de segunda-feira (5), quase três horas após o previsto, a sessão foi iniciada no Fórum Criminal da Barra Funda, zona oeste de São Paulo.
Das 10 testemunhas convocadas – cinco de defesa e cinco da acusação, apenas três compareceram. Duas delas, Odete Odoglio de Campos, vizinha da vítima, e o delegado Marco Antonio Olivato, que presidiu o inquérito, foram ouvidos. O depoimento mais longo foi o do delegado Olivato, que começou às 18h13 e terminou por volta das 23h20.
Além disso, Carla foi retirada do plenário por volta de 21h30 após se manifestar durante depoimento do delegado Marco Antônio Olivato, segunda testemunha a depor neste primeiro dia do julgamento.
Liliana Prinzivalli, mãe e advogada da acusada, perguntou para o delegado se não era verdade que ele tinha dito para Carla que se ela não confesse ter matado Ubiratan, ele iria prender a mãe dela. O delegado negou a história e Carla respondeu: “Falou sim”. Diante da manifestação em momento indevido, o juiz pediu para que a ré fosse retirada do plenário.
A previsão inicial do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) era de que o júri durasse cinco dias. Seis homens e uma mulher foram escolhidos como jurados e irão decidir se Cepollina é ou não culpada pela morte do coronel Ubiratan Guimarães. Diante das faltas de testemunhas — apenas três das dez convocadas compareceram —, a expectativa é de que o julgamento termine antes do previsto.
Assista ao vídeo:
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