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Chacina do Ipiranga: família de vítimas suspeita de vingança 

Três homens foram encontrados mortos amordaçados e amarrados em loja de locação de ferramenta na noite de segunda-feira (26) na zona sul

São Paulo|Plínio Aguiar, do R7

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Corpos foram encontrados dentro de loja de ferramenta na zona sul de São Paulo
Corpos foram encontrados dentro de loja de ferramenta na zona sul de São Paulo

A principal hipótese para os assassinatos de três homens encontrados amordaçados e amarrados em uma loja de locação de ferramentas no bairro Ipiranga, na zona sul de São Paulo, é de vingança pessoal. O crime ocorreu na noite de segunda-feira (26).

De acordo com informações da Record TV, a família disse que o dono da loja, Edinaldo Lopes Bezerra, de 55 anos, vinha recebendo ameaças de um cliente que teve o nome protestado por falta de pagamento de uma dívida.


A polícia ainda não sabe o motivo do crime. No entanto, os investigadores suspeitam de crime passional, pois a perícia encontrou uma peça de roupa íntima feminina e um preservativo junto ao corpo de uma das vítimas.

A polícia suspeita que os três tenham sido rendidos no meio do expediente, já que durante a tarde clientes disseram que a loja estava aberta, mas o proprietário Edinaldo, o filho e o funcionário não estavam lá para atender. O imóvel estava vazio.


Há suspeita que eles tenham morrido por volta de 23h por conta de um grande barulho que foi feito com uma ferramenta chamada martelete — essa ferramenta faz muito barulho, sendo assim, possível de abafar o barulho do tiro.

Caso


Três homens foram encontrados mortos amordaçados e amarrados dentro de uma loja de locação de ferramentas no bairro Ipiranga, zona sul de São Paulo, na noite da última segunda-feira (26). Segundo informações do boletim de ocorrência, o caso aconteceu na rua do Grito, por volta de 21h29.

Edinaldo Lopes Bezerra, de 55 anos, Renan de Oliveira Bezerra, de 30, e Norberto dos Santos São Paulo de Castro, de 45, estavam amarrados, amordaçados e apresentavam lesões na cabeça e na nuca.


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As causas do crime ainda são desconhecidas. Peritos da Polícia Científica ficaram no local por quase três horas e, ao final, recolheram impressões digitais e ferramentas do estabelecimento, para futura avaliação se foram usadas como armas para torturar as vítimas.

Os suspeitos não levaram nenhum produto da loja, apenas o HD com as imagens das câmeras de segurança.

A loja de aluguel e manutenção de máquinas para construção civil funciona no mesmo endereço há mais de trinta anos. O local é monitorado por câmeras de segurança e há outras que estão espalhadas pela rua, o que vai ajudar nas investigações.

O caso foi registrado como homicídio, no 16ºDP (Vila Clementino) e encaminhado para o DHPP - Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa.

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