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Chefe do PCC preso em shopping é transferido para presídio

 Marcelo Luciano Coelho, conhecido como Marcelo Boy, era um dos dez mais procurados de SP

São Paulo|Do R7

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Marcelo Luciano Coelho, o Marcelo Boy, era um dos dez criminosos mais procurados pela polícia paulista
Marcelo Luciano Coelho, o Marcelo Boy, era um dos dez criminosos mais procurados pela polícia paulista

Marcelo Luciano Coelho, conhecido como Marcelo Boy, foi transferido para um presídio durante a noite em uma operação cercada de cuidados com segurança. Ele é chefe do PCC (Primeiro Comando da Capital) e foi preso dentro de um shopping de Guarulhos, na Grande São Paulo, no fim da tarde de terça-feira (12).

Marcelo Boy estava na lista dos dez mais procurados do Estado. O programa de recompensas, criado este ano, oferecia R$ 5.000 para quem ajudasse a polícia a fazer a prisão. O criminoso foi capturado enquanto passeava em um shopping de Guarulhos, na Grande São Paulo. Na hora da abordagem, ele apresentou documento falso.


Marcelo Luciano Coelho já foi condenado por roubo e acusado por dano, desobediência, explosão, furto, incêndio, lesão corporal, motim de presos, porte de drogas, receptação, resistência, tentativa de homicídio, aquisição, fabricação, posse e transporte de explosivos. Ele também responde a um processo por homicídio e é apontado como integrante do PCC.

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Lista de foragidos


Outros criminosos estão na lista dos dez mais procurados do Estado, com recompensa de R$ 5.000. Além de Marcelo Boy, há outros integrantes da mesma facção criminosa. Este é o caso de Márcio Geraldo Alves Ferreira, procurado desde 2010 por suspeita de participar de um plano de fuga para líderes da facçã, e Ronaldo Calado Mendonça, foragido da penitenciária de Bauru, interior do estado, onde teria participado de ataques a ônibus e tráfico de drogas.

A maior recompensa será paga a quem ajudar a prender o ex-médico, Roger Abdelmassih: R$ 10 mil. Ele está foragido desde 2010. Pioneiro da fertilização in vitro no Brasil, foi condenado a 278 anos de prisão por abusar sexualmente de 52 pacientes.

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