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Chuvas superam recorde, mas níveis de reservatórios da Sabesp sobem pouco

No Alto de Cotia, o ritmo de entrada de água foi de 10,1 m³/s, o recorde era de  2,6 m³/s

São Paulo|Juca Guimarães, do R7

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As chuvas da noite bateram o recorde dos reservatórios da Sabesp
As chuvas da noite bateram o recorde dos reservatórios da Sabesp

Apesar das fortes chuvas que atingem a região metropolitana e os reservatórios que abastecem São Paulo desde a tarde de quinta-feira (10), o nível dos mananciais não teve elevação expressiva, segundo dados da Sabesp. A elevação dos seis reservatórios foi semelhante à registrada em dias que há chuva. 

Ao longo do dia, no entanto, os níveis dos reservatórios devem continuar subindo, por causa do escoamento das águas para os rios que abastecem as represas, além da previsão de mais chuvas.


A vazão, ritmo do volume de água que entra no reservatório, bateu recorde em cinco dos seis reservatórios. No Alto de Cotia, das 7h de quinta-feira até as 7h desta sexta-feira (11), a vazão foi de 10,1 m³/s , o recorde era de 2,69 m³/s.

A pluviometria, que registra a quantidade de chuva na região, foi de 90,6 mm (milimitros), a maior de todos os reservatórios. Nas últimas 24 horas, choveu o dobro do volume acumulado em todo o mês de março.


Na região do reservatório do Guarapiranga, na zona sul da capital, choveu 77,6 mm. que representa 125,5% do total acumulado em todo o mês. A vazão de 81,69 m3/s foi quase o dobro do recorde histórico, que era de 48,3 m³/s.

No Cantareira, a vazão chegou perto do recorde, 143,6 m³/s contra 144 m³/s. O nível do sistema subiu de 59,5% para 60,6%. No Alto de Cotia, onde mais choveu durante a madrugada, o nível subiu de 101,4% para 104,1%, de acordo com balanço da Sabesp.

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