Com protestos individualizados, manifestantes chegam para sétimo ato em São Paulo
Por volta das 17h30, manifestação já fechava os dois lados da avenida Paulista
São Paulo|Fernando Mellis, do R7

Manifestantes chegavam, por volta das 17h, para a concentração do sétimo grande ato em São Paulo, que acontece nesta quinta-feira (20). Como o aumento da tarifa do transporte foi revogado pelo prefeito e governador nesta quarta-feira (19) , os manifestantes levavam nos cartazes e bandeiras protestos individualizados. Mensagens contra a corrupção e críticas a Copa eram as mais comuns.
Enquanto escrevia um cartaz agachada, a professora aposentada Maria Odila refletia. Ela contou ao R7 que estava pensando em nomes de políticos para colocar “a venda”.
— O povo inteiro deveria sair às ruas, com tantos jovens assim da um ânimo na gente. Agora os nossos alunos vão aprender.
A também professora Lucia Valéria também estava na concentração, esperando pelo inicio do ato.
— Queremos uma escola pública de qualidade, lutamos para isso. Sou aposentada, mas sempre lutei pela escola publica.
Manifestação
Cerca de 4.000 pessoas compõem o grupo de manifestantes que ocupava parte da avenida Paulista, segundo estimativa da Polícia Militar. O grupo se reuniu na praça do Ciclista, na esquina da avenida com a rua da Consolação, na região central da cidade. A caminhada sentido bairro do Paraíso começou logo depois das 17h.
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Por volta das 17h20, os manifestantes que saíram da praça do Ciclista se encontraram com um grupo que estava no vão livre do Masp e que carregava bandeiras de partidos políticos. Houve empurra-empurra entre as duas turmas, que se encontraram na altura da rua Peixoto Gomide.













