Deputado de SP questiona suicídio de Getúlio Vargas: 'será mesmo?'
O suicídio de Getúlio Vargas completou 65 anos no último sábado (24). Parlamentar do PP questionou o fato histórico envolvendo o ex-presidente
São Paulo|Do R7

O deputado estadual Coronel Telhada (PP-SP) questionou, por meio de rede social, o suicídio que o ex-presidente Getúlio Vargas cometeu em 24 de agosto de 1954.
O suicídio de Vargas completou, no último sábado (24), 65 anos. No mesmo dia, Telhada publicou no Twitter um texto de 111 caracteres que questionou 65 anos de história. “Será que foi suicídio mesmo?”, questionou o parlamentar.
Em artigo publicado no site da FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas) da USP (Universidade de São Paulo), o doutor do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas Nilton Cesar Nicola explica: “O suicídio de Getúlio Vargas foi um ato político. Suicidando-se, ele evitou que golpistas, representando interesses reacionários e antinacionais, chegassem ao poder. Com esse ato extremo, Getúlio deu uma sobrevida de dez anos à democracia brasileira, até que o golpe civil-militar de 1964 instaurasse, entre nós, uma ditadura que durou 21 anos”.
Uma reportagem do Balanço Geral, da Record TV, mostra que um neto do ex-presidente cometeu suicídio, assim como o pai e o avô. O corpo do pecuarista Getúlio Dornelles Vargas — ele tem o mesmo nome do avô — foi encontrado, no dia 17 de julho de 2017, por uma funcionária que trabalhava no apartamento onde ele morava com a filha, em Porto Alegre (RS). Ao lado dele, estava uma carta de despedida escrita para a família.















