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Deputado Orlando Silva sofre racismo e tentativa de agressão em restaurante de São Paulo

Alterado, homem teria tentado agredir duas mulheres que acompanhavam o parlamentar. 'Ele tentou me tirar do sério', diz

São Paulo|Isabelle Amaral*, do R7

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Alterado, homem teria tentado agredir duas mulheres que estavam jantando com o deputado
Alterado, homem teria tentado agredir duas mulheres que estavam jantando com o deputado

O deputado federal Orlando Silva (PCdoB) afirmou nas redes sociais que, na noite de terça-feira (3), foi vítima de racismo e sofreu agressões verbais em um restaurante localizado no bairro da Liberdade, no centro de São Paulo. A defesa de Orlando Silva pede que sejam investigados os crimes de racismo, difamação, injúria e ameaça. 

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De acordo com Silva, o restaurante tinha apenas duas mesas ocupadas, a dele e a do agressor. De repente, ele se levantou da cadeira e perguntou o motivo de Orlando estar no restaurante, afirmando que "ali não era o lugar dele".


Orlando contou em detalhes o caso nas redes sociais
Orlando contou em detalhes o caso nas redes sociais

Em seguida, segundo o relato, o homem começou a agredi-lo verbalmente. Após notarem a confusão, os funcionários do estabelecimento tentaram retirá-lo do local, sem sucesso.

Depois de romperem a barreira feita pelos funcionários, as pessoas que estavam na mesa com Orlando se levantaram enquanto o homem continuava a agredi-lo verbalmente. Nesse momento, o agressor chega a empurrar Bruna Chaves Brelaz, que acompanhava o deputado.


Ainda de acordo com Orlando, após empurrar Bruna, ele teria ido pegar uma cadeira para agredir outra mulher que jantava com o deputado, Camila Cristina da Silva Ribeiro. Nesse momento da discussão, as duas mulheres, aparentemente nervosas, teriam enfrentado o agressor.

"Ele tudo fez para me tirar do sério, mas consegui manter a serenidade", afirmou o deputado nas redes sociais.


Após o caos, os funcionários conseguiram retirar o homem do local. Orlando registrou um boletim de ocorrência e afirma que vai entrar com processo. "Aguardamos que a polícia identifique o agressor o mais rápido possível", disse.

Nas redes sociais, Orlando escreveu que prestava esclarecimentos na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância de São Paulo.

*Estagiária sob supervisão de Fabíola Perez

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