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Dois PMs viram réus por homicídio durante a Operação Escudo no Guarujá (SP)

A decisão foi tomada depois que o MPSP analisou as imagens das câmeras corporais e colheu o depoimentos das testemunhas

São Paulo|Do R7

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Operação Escudo aconteceu no Guarujá, em julho
Operação Escudo aconteceu no Guarujá, em julho

O MPSP (Ministério Público de São Paulo) denunciou, nesta terça-feira (19), dois policiais militares pelo assassinato de um homem em uma comunidade do Guarujá, no litoral de São Paulo, durante a Operação Escudo.

O Tribunal de Justiça de São Paulo já aceitou o pedido, por isso os PMs vão responder ao processo como réus.


A denúncia foi feita depois que o MPSP analisou as imagens das câmeras corporaisdos policiais, colheu o depoimento das testemunhas, ouviu a versão dos agentes e confrontou todos esses dados com os laudos periciais produzidos durante a investigação.

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No começo das apurações, os promotores de Justiça do Tribunal do Júri do Guarujá e do Gaesp (Grupo de Atuação Especial da Segurança Pública e Controle Externo da Atividade Policial) já haviam pedido o afastamento dos PMs das atividades de policiamento, que foi aceito pelo Judiciário.


A Operação Escudo foi desencadeada em junho, após o assassinato do soldado da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), Patrick Bastos Reis, no Guarujá, no litoral sul de São Paulo. Mais de 600 agentes participaram da ação, que durou 40 dias e deixou 28 mortos.

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