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Esquartejado de Higienópolis: Ministério Público denuncia três prostitutas por morte de motorista

Mulheres confessaram o crime; elas são acusadas de homicídio, destruição de cadáver e fraude

São Paulo|Do R7

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Três mulheres suspeitas de matar e esquartejar motorista estão presas desde o fim de junho
Três mulheres suspeitas de matar e esquartejar motorista estão presas desde o fim de junho

O Ministério Público de São Paulo denunciou três prostitutas pela morte e esquartejamento do motorista Álvaro Pedroso, de 55 anos, em março deste ano. Partes do corpo da vítima foram espalhadas em Higienópolis e na praça da Sé, na região central da cidade. Elas estão presas desde o fim de junho. Uma das mulheres era amante da vítima. O trio confessou o crime.

Se a Justiça aceitar o pedido, elas se tornarão rés por homicídio triplamente qualificado — por motivo torpe, meio cruel e sem possibilidade de defesa da vítima —, destruição e ocultação de cadáver e fraude processual. O MP também pediu a prisão preventiva das suspeitas.


Segundo denúncia da promotoria, o motorista foi morto pois manifestou o desejo de terminar o relacionamento com Marlene Gomes, conhecida como "Mole". Duas amigas dela, Francisca Aurilene Correia da Silva, conhecida como "Thaís" e Márcia Maria de Oliveira, conhecida como "Sheila", ajudaram no assassinato. O trio aproveitou que ele estava bêbado no banheiro para matá-lo. Após esquartejar o corpo, elas colocaram as partes em sacos plásticos. 

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As primeiras partes do corpo da vítima foram encontradas espalhadas em diferentes locais no bairro Higienópolis, no dia 23 de março. Duas pernas e dois braços foram abandonados na esquina da rua Sabará com a rua Sergipe. O tronco foi largado na rua Coronel José Eusébio e duas coxas foram dispensadas na rua da Consolação. Digitais, pele, cabeça e bacia não foram encontrados. Quatro dias depois, em 29 de março, a cabeça foi encontrada na Praça da Sé. Nessa época, a vítima ainda não havia sido identificada, o que só aconteceu em abril. 

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