São Paulo Fake news e violência sexual contra alunos são alvos de CPI na Alesp 

Fake news e violência sexual contra alunos são alvos de CPI na Alesp 

Serão investigadas também supostas irregularidades na prestação de serviços de transporte escolar e as condições dos alojamentos de clubes esportivos

Deputados instalaram as 5 primeiras CPIs de 2020 e vão definir comissões

Deputados instalaram as 5 primeiras CPIs de 2020 e vão definir comissões

Divulgação / Alesp

A Assembleia Legislativa de São Paulo instalou as cinco primeiras CPIs (Comissões Parlamentares de Inquérito) que serão investigadas ao longo de 2020. Após a criação, cada CPI tem o prazo de cinco dias para convocar uma sessão especial para eleger presidente e vice.

Os deputados estaduais vão apurar denúncias de violência sexual contra estudantes do ensino superior e supostas irregularidades na contratação, fiscalização e prestação de serviços de transporte escolar.

Também serão alvo de investigação as condições dos alojamentos de clubes esportivos, a disseminação de notícias falsas durante as eleições de 2018 e as possíveis falhas em contratos de quarteirização firmados pelo governo do Estado.

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Uma sexta comissão poderá ser criada. O Projeto de Resolução 10/2019 prevê uma CPI para investigar supostas irregularidades na Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S.A.), enquanto o Projeto de Resolução 3/2020 define como objeto de apuração o nível de poluição dos rios do estado.

A instalação das CPIs segue a ordem cronológica dos pedidos apresentados pelos parlamentares desde o início da legislatura, ainda em março de 2019. De acordo com o regimento interno da Alesp, cada CPI pode funcionar por 120 dias. Se nesse prazo os trabalhos não forem concluídos, os deputados terão mais 60 dias para apresentar e votar um relatório final.

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