Família de PMs morta: polícia deve ouvir policiais e peritos que estiveram na cena do crime
Delegada Elisabete Sato afirmou que não descarta nenhuma hipótese para crime
São Paulo|Do R7, com Jornal da Record

A Polícia Civil pretende ouvir todos os policiais e peritos que estiveram na casa onde a família de policiais militares foi morta no dia em que os corpos foram encontrados. Estes depoimentos ainda não têm data confirmada.
A delegada Elisabete Sato, diretora geral do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), vai investigar se a cena do crime pode ter sido contaminada por causa da grande quantidade de policiais que entraram na casa.
A polícia quer intimar ainda os amigos de corporação e pessoais do sargento Luís Marcelo e da cabo Andréia. Com as informações, a delegada quer traçar um perfil do casal. A polícia ainda mantém a principal linha de investigação, que aponta o menino como autor dos assassinatos, mas começa a investigar a hipótese de crime motivado por vingança, dinheiro e até mesmo que possa ter acontecido um crime passional.
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Parte dos exames sobre as mortes na família Pesseghini poderá ser feita pelos laboratórios da USP (Universidade de São Paulo). O pedido de ajuda partiu do Instituto de Criminalística. A análise da universidade deve revelar com mais precisão a concentração de substâncias químicas nos corpos. Isso vai ajudar a responder, por exemplo, qual a sequencia e a hora cada uma das vítimas foi morta.
Segundo fontes da polícia afirmaram à Rede Record, as vítimas, menos o menino, podem ter sido dopadas. Também se acredita que o sargento Luís Marcelo Pesseghini pode ter morrido até dez horas antes que as outras vítimas.
Até agora, 24 pessoas prestaram depoimento. Hoje, foram ouvidos a diretora do colégio onde o menino estudava e outros colegas dele.
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