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Funcionários da Controlar realizam protesto contra fim das atividades da empresa

Trabalhadores cumprem aviso prévio desde a semana passada; atividades vão até dia 31

São Paulo|Do R7, com Agência Record

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Cerca de 150 pessoas realizam uma manifestação na avenida Quarto Centenário, na altura da rua Moçambique, região de Moema.

O protesto é realizado desde às 10h25 desta segunda-feira (13) por funcionários da empresa Controlar, que atuam no serviço de inspeção veicular em São Paulo. Uma liminar garante o funcionamento da Controlar apenas até o dia 31 de janeiro. O grupo realiza um ato contra as demissões.


De acordo com a CET, uma faixa da esquerda da avenida Quarto Centenário está interditada pelos manifestantes, na altura do número 1221. A sala de imprensa da Polícia Militar não tem informações sobre o protesto.

Inspeção veicular


Os 800 funcionários da Controlar, concessionária responsável pela inspeção veicular na cidade de São Paulo, entraram em aviso prévio na última quinta-feira (9). A informação foi confirmada pela assessoria de comunicação da empresa. Em outubro de 2013, a Controlar conseguiu na Justiça uma liminar para manter seus postos de inspeção em funcionamento pelo menos até o dia 31 de janeiro deste ano.

Naquele mês, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, havia anunciado o rompimento com a empresa, depois que a Procuradoria Geral do Município avaliou que o prazo de vigência do contrato havia expirado em março de 2012. Diante da falta de interesse da administração municipal na renovação do vínculo, uma nova licitação deverá ser realizada para a prestação do serviço.


Novo modelo

O edital para a contratação de novas empresas que ficarão responsáveis pela inspeção veicular no município foi divulgado em dezembro do ano passado. No dia 13 deste mês, a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, realizará audiência pública sobre o tema.

De acordo com a prefeitura, um novo modelo de inspeção será adotado na capital paulista e deverá contar com a participação de mais de uma empresa. Com isso, o calendário da fiscalização não deve começar em fevereiro, como nos últimos anos.

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