Guarda municipal é suspeito de matar a mulher a tiros em Mogi das Cruzes, em SP
Vítima, que também era guarda-civil, foi encontrada com a cabeça ensanguentada; homem teria tirado a própria vida em seguida
São Paulo|Camila Joseph*, da Agência Record

Um guarda-civil municipal (GCM) é suspeito de matar a companheira, da mesma profissão, e cometer suicídio em seguida, na madrugada desta sexta-feira (22), em Mogi das Cruzes, região metropolitana de São Paulo.
Agentes do 17º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano foram acionados pela irmã do suspeito para uma ocorrência de disparo de arma de fogo.
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Ao chegar ao local, a equipe encontrou o homem, identificado como Sander Dias Sabino, caído no chão perto da porta, com uma pistola Glock calibre 380 próxima da mão. Ele estava sangrando pela boca.
A mulher, Regina da Silva Junqueira, foi encontrada com a cabeça ensanguentada, sem vida.
O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) chegou ao local e constatou o óbito do casal. Os agentes apreenderam a arma localizada na casa, um carregador com 12 munições intactas e dois celulares.
A PM informou que Sander era GCM no município de São Paulo desde fevereiro de 2023, e que Regina atuava em Mogi das Cruzes desde 2006.
A irmã de Sander compareceu ao 1º Distrito Policial da Cidade para prestar depoimento.
O caso foi registrado como feminicídio e suicídio.
*Sob supervisão de Augusta Ramos.
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O estado de São Paulo registrou aumento de 8,5% nos casos de feminicídio entre janeiro e novembro de 2023. Segundo dados da SSP (Secretaria de Segurança Pública), 190 mulheres foram assassinadas, em comparação a 175 vítimas no mesmo período do ano pass...
O estado de São Paulo registrou aumento de 8,5% nos casos de feminicídio entre janeiro e novembro de 2023. Segundo dados da SSP (Secretaria de Segurança Pública), 190 mulheres foram assassinadas, em comparação a 175 vítimas no mesmo período do ano passado. O relatório "Visível e Invisível: a vitimização de mulheres no Brasil", do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, ainda mostra que todas as formas de violência contra a mulher apresentaram crescimento acentuado no último ano no Brasil, o que inclui agressões físicas, ofensas sexuais e abusos psicológicos. Os dados acendem um alerta para a luta contra o feminicídio e a violência contra a mulher. Relembre casos de feminicídio que marcaram o ano:






















