Logo R7.com
RecordPlus

Governo de SP promete erradicar lixões até 2014

Administração afirma que menos de 3% do lixo gerado ainda têm destino inadequado

São Paulo|Do R7

  • Google News
Governo quer erradicar os lixões do Estado até 2014
Governo quer erradicar os lixões do Estado até 2014 MARCIO FERNANDES

O secretário estadual do Meio Ambiente de São Paulo, Bruno Covas, anunciou nesta terça-feira (4) que menos de 3% dos resíduos sólidos gerados no Estado ainda têm destino inadequado e reafirmou o compromisso de erradicar os lixões até 2014, prazo definido pela Política Nacional de Resíduos Sólidos. O dado faz parte do Inventário Estadual de Resíduos Sólidos e se refere à situação de 2012. O resultado é baseado em um monitoramento que a Cetesb (Companhia de Ambiental do Estado de São Paulo) faz sobre a situação de lixões e aterros do Estado.

Cada local de destinação de resíduos recebe uma nota no chamado Índice de Qualidade de Resíduos. São considerados inadequados aqueles que alcançam menos de 7. Em 2012, 54 tiveram essa pontuação, contra 153 em 2011. A nota média do Estado foi de 8,3 no ano passado, contra 8 no ano anterior, como conta Covas.


— Os inadequados correspondem a 8,4% do total, mas por somente 2,9% do resíduo gerado.

Força-tarefa do MP buscará fim de lixões no prazo


Leia mais notícias de São Paulo

Os municípios em pior situação, de acordo com o levantamento, estão no Vale do Ribeira e no Pontal do Paranapanema. O cenário apresentado pelo governo é mais otimista que um outro estudo apresentado na semana passada sobre a mesma questão. O Panorama dos Resíduos Sólidos produzido anualmente pela Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza e Resíduos Especiais) mostrou que 23,7% dos resíduos de São Paulo têm destino inadequado e 8,7% ainda vão para lixões.


Ao contrário da Cetesb, que apura in loco, o trabalho se baseia em um questionário aplicado aos prefeitos, como afirma Carlos Silva, da Abrelpe.

— Compilamos o que os municípios respondem, mas não acredito que eles queiram mostrar que estão em situação pior do que realmente estão.

Covas disse não saber por que há essa diferença.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.