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Governo oferece mais de R$ 100 mil por informações sobre assassinos de agentes penitenciários

Onda de ataques vitimou ao menos cinco agentes ao longo do ano no Estado de São Paulo

São Paulo|Do R7

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No fim de outubro, um agente penitenciário foi assassinado em Praia Grande
No fim de outubro, um agente penitenciário foi assassinado em Praia Grande

A Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo está oferecendo recompensas, que somadas chegam a R$ 120 mil, por informações sobre suspeitos de assassinatos de agentes penitenciários no Estado. A informação foi divulgada no diário oficial desta quarta-feira (12).

Marcelo Bispo Nunes, vulgo “Coruja”, teve sua prisão temporária decretada suspeito do assassinato do Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária Paulo Alexandre Ribeiro Rosa, no dia 15 de agosto. Por informações sobre ele, o governo oferece recompensa de R$ 10.000.


Na lista de procurados também está Dionatan Lucas da Silva, vulgo “Closeup”, e Cássio Guedes, vulgo “Tsunami”, ambos com prisão temporária decretada por suspeita de participação no homicídio do diretor do Centro de Segurança e Disciplina de Praia Grande, Charles Demitre Teixeira, em agosto deste ano. Por cada um, a SSP oferece a quantia de R$ 10.000.

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Quem oferecer informações que possam esclarecer o homicídio de Agnaldo Barbosa Lima, Agente de Segurança Penitenciária, pode levar R$ 30.000. O crime aconteceu em setembro de 2014, no Parque Ipê, na capital. O mesmo valor é oferecido a quem tiver informações sobre o homicídio de Cleoni Geraldo Lima, Agente de Segurança Penitenciária, ocorrido em outubro de 2014, no Parque União da Vitória, Campinas e sobre o assassinato de Marcos Antônio Azenha, Agente de Segurança Penitenciária, ocorrido em novembro de 2014, no município de Taiúva.

Antes da onda de assassinatos, agentes penitenciários se queixaram de uma possível “perseguição do crime organizado”, o que foi confirmado por representantes da categoria.


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Segundo Ismael dos Santos, diretor do do Sindasp (Sindicato dos Agentes Penitenciários do Estado de São Paulo), os carcereiros sofrem retaliações sempre que ocorre alguma transferência de presos ou alguma medida que “desagrade aos líderes das facções”.


— O crime nos reconhece como polícia, e somos executados como tais, pois qualquer represália, é descontado nos funcionários das penitenciárias.

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