Logo R7.com
RecordPlus
‌

Greve de funcionários do Procon paralisa parcialmente o atendimento nas regionais

Trabalhadores reivindicam melhorias trabalhistas, como piso salarial de 2,5 salários mínimos

São Paulo|Do R7

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Os servidores em greve fizeram um ato na última quinta-feira (16) na avenida Paulista
Os servidores em greve fizeram um ato na última quinta-feira (16) na avenida Paulista

A greve dos funcionários do Procon-SP (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor) entrou no seu 10º dia neste sábado (18).

De acordo com a associação dos funcionários, cerca de 80% dos servidores estão de braços cruzados, paralisando as atividades de seis regionais, dos três postos de atendimentos dentro do Poupatempos Sé (centro), Santo Amaro (zona sul) e Itaquera (zona leste), além da fiscalização e dos atendimentos por telefone e internet.

‌

De acordo com o Procon-SP, a paralisação na afeta diretamente o atendimento à população. Nas cidades do Estado, exceto a capital, as reclamações dos consumidores são atendidos por procons municipais e a greve atinge apenas algumas regionais, onde são feitos trabalhos administrativos. O órgão estima que a adesão à greve é de 40% dos funcionários das regionais. Na quarta-feira (22), acontece uma rodada de negociação na Justiça do Trabalho para discutir o fim da paralisação.

O Procon-SP atende, em média, 45 mil cidadãos por mês. Destes, cerca de 15 mil são atendidos nos três Poupatempos. As regionais, responsáveis por fiscalizar e orientar as empresas em mais de 150 cidades estão parcialmente paradas, como Rio Preto, Santos, Campinas, Sorocaba, Bauru, São Jose dos Campos, Ribeirão Preto.

‌

Os servidores reivindicam reposição das perdas salariais dos últimos sete anos, a aplicação do plano de cargos e salários paralisado desde 2014, o que gera uma perda de 20% nos salários dos que deveriam evoluir na carreira, aumento do vale refeição e vale alimentação, piso salarial de 2,5 salários mínimos do Estado de São Paulo, entre outros pontos.

Segundo a associação, nas reuniões com a Diretoria Executiva e com o Secretário da Justiça e Defesa da Cidadania, não houve acordo. Ainda houve três audiências de conciliação no TRT (Tribunal Regional do Trabalho) da 2ª região de São Paulo, mas o órgão não apresentou nenhuma proposta.

‌

Diante disto, os servidores resolveram, em assembleia realizada no dia 1º de junho, entrar em greve na quarta-feira (8). Um dia antes da paralisação, o novo secretário da Justiça e da Defesa da Cidadania de São Paulo, Marcio Elias Rosa, propôs reposição de 5,22% a ser pago em agosto. No entanto, a categoria recusou a proposta e manteve a greve.

Experimente: todos os programas da Record na íntegra no R7 Play

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas

‌

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.