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Grupo Friccional mostra espetáculo de dança sobre ataques à comunidade GLBT

Apresentação acontece na sexta (7), no Capão Redondo, no calçadão do Metrô

São Paulo|Juca Guimarães, do R7

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A avenida Paulista já foi palco do Coletive Friccional
A avenida Paulista já foi palco do Coletive Friccional

O Coletive Friccional leva o polêmico espetáculo "Contar os corpos e sorrir", sobre os ataques e preconceitos sofridos pela comunidade GLBT em todo país, para o calçadão da estação Capão Redondo do metrô, na sexta-feira (7).

Utilizando a rua como espaço de intervenção poética e política, o Coletive Friccional se propõe a dar visibilidade e materialidade às estatísticas que tratam dos corpos que sofrem homolesbotransfobia. Chocante, o espetáculo abre uma janela de reflexão e empatia.


A apresentação, na zona Sul da capital, faz parte da programação do 7º Circuito Vozes do Corpo e começa às 17h. A criadora do projeto, Gal Martins, que há 15 anos desenvolve um trabalho de militância artística e pesquisas continuadas em dança à frente da CIA Sansacroma, defende que a dança deve abordar temas poético e políticos. 

"A programação do 7°Circuito Vozes do Corpo foi pensada também para atrair a atenção das pessoas que estão envolvidas com o intenso vai e vem da cidade, por isso, vamos para a rua ao encontro da população de nossa comunidade que tanto nos inspira", disse.


O nome da peça-intervenção foi retirado de um trecho da canção "Lion Man", do rapper Criolo, gravada no álbum "Nó na Orelha", lançado em 2011. Os versos completos são: "Vamos às atividades do dia: Lavar os copos, contar os corpos e sorrir a essa morna rebeldia".

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