Invasão em site da Secretaria de Educação atingiu 4 milhões de alunos, diz governo
Site ainda não voltou ao ar e está sem previsão de restabelecimento
São Paulo|Do R7

Para o governo do Estado de São Paulo, a invasão do site da Secretaria de Educação na madrugada desta quinta-feira (13) prejudicou quatro milhões de alunos.
Por meio de nota, ele afirmou ainda que 300 mil servidores, entre professores e funcionários da rede estadual de ensino paulista, pais e a sociedade em geral, foi afetada pela falta da ferramenta.
A secretaria não sabe precisar o horário da invasão e informa que o site está sem previsão de reestabelecimento.
O grupo de hackers Anonymous se responsabilizou pela invasão, que foi feita para apoiar os protestos do Movimento Passe Livre contra o preço das passagens de ônibus, trem e metrô.
“Exigimos a redução da tarifa! Os supostos representantes devem ouvir a vontade do povo. Basta de políticos inócuos! Estamos acordados! Seus dias de fartura estão contados!”, escreveu o grupo na página inicial do site.
Pouco antes da 1h20, a mensagem do Anonymous foi retirada do ar. O site da Secretaria de Educação informava nesse horário que estava em manutenção e que retornaria em breve.
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O protesto
O centro da capital paulista deve parar novamente, nesta quinta-feira (13), quando acontece mais um protesto contra o aumento das passagens do transporte coletivo em São Paulo. Organizado pelo Movimento Passe Livre, o ato terá concentração às 17h, na frente do Teatro Municipal de São Paulo.
Esta será a quarta grande manifestação contra o aumento. O grupo já fechou a Radial Leste, Consolação, 23 de Maio, 9 de Julho, Paulista, Rebouças, Faria Lima e marginal Pinheiros em protestos anteriores.
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Com o lema “Se a tarifa aumentar, a cidade vai parar! Todo aumento é uma injustiça! Por uma vida sem catracas!”, o grupo reuniu cerca de 12 mil pessoas durante o terceiro protesto realizado nesta terça-feira (11) no centro de São Paulo, segundo estimativa de Policiais do BPTran (Batalhão de Trânsito).













