"Kit de sobrevivência" do público da Virada Cultural inclui rede para tirar um cochilo
Vendedor prevenido conta o que não pode faltar na mochila para o festival
São Paulo|Ana Cláudia Barros, do R7

O vendedor autônomo Alysson Nunes, 36 anos, é o que se pode chamar de homem prevenido. Ele viajou de Jundiaí, no interior de São Paulo, levando um "kit de sobrevivência" para aproveitar a Virada Cultural na capital paulista. Na praça Júlio Prestes, no Centro, instalou uma rede, onde descansa nos intervalos dos shows.
— Sempre quando a gente vai a qualquer evento que dure quatro, seis horas, já sabe que o estresse é grande.
Ele diz que o curso de escoteiro que fez "valeu a pena". E dá a receita do que não pode faltar na hora de curtir um festival.
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— Coisas fundamentais: uma capa de chuva, uma rede, duas cintas e dois mosquetões para amarrar a rede.
Ele diz que em todo show que vai leva sua inseparável rede.
— Aprendi com meu avô. Não gosto muito de deitar no chão, gosto de deitar na rede.
O vendedor, que se inscreveu na Jornada Fotográfica, elegeu entre as apresentações preferidas a do grupo Racionais MCs e a do DJ Patife, na Disco Baby, no Largo São Francisco.













