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Mesmo com pior nível do Sistema Cantareira, Alckmin descarta racionamento de água em SP

Governador declarou que alguns municípios em situação crítica podem receber carros-pipa

São Paulo|Rodrigo Ribeiro, do R7, em Porto Feliz

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No mesmo período do ano passado, reservatórios do Sistema Cantareira contavam com 55,4% de sua capacidade
No mesmo período do ano passado, reservatórios do Sistema Cantareira contavam com 55,4% de sua capacidade

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, descartou mais uma vez, na manhã desta sexta-feira (14), o racionamento de água em São Paulo. Mesmo com o Sistema Cantareira atingindo 18,7% de abastecimento — o pior nível desde sua criação em 1974 —, o governador garante que não faltará água.

— Não tem previsão de racionamento nos munícipios que são atendidos pela Sabesp [Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo].


Durante a inauguração de uma fábrica de motores da Toyota em Porto Feliz, interior paulista, o governador explicou que alguns municípios podem ter ajuda e que o governo deve enviar carros-pipa para as áreas mais críticas do Estado. 

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Em relação à falta de chuva, Alckmin disse que é necessário que também chova fora de São Paulo para encher bacias de outros Estados que abastecem os reservatórios da Sabesp.


— Precisa chover em Minas Gerais.

A situação do Sistema Cantareira é considerada crítica. Na mesma época do ano passado, o nível do reservatório estava em 55,4%. Além disso, o forte calor e a falta de chuva têm contribuído para a seca nas bacias.


Chuva não resolveu

A forte chuva do fim da tarde de quinta-feira (13) foi insuficiente para alterar o baixo nível do Sistema Cantareira. A Sabesp informou que choveu 1,4 mm sobre os reservatórios. Até quinta-feira, a pluviometria acumulada era de 2,1 mm neste mês — a média histórica para fevereiro, no entanto, é de 202,6 mm.

As represas abastecem 8,8 milhões de habitantes da Grande São Paulo. Na quinta-feira, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou que receberia um estudo para verificar a possibilidade do uso de 400 milhões de metros cúbicos de água, o chamado "volume morto". 

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