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Ministério Público pede tornozeleira eletrônica para monitorar  passos de Gil Rugai

Promotoria solicitou ainda o passaporte do jovem e que ele fizesse visitas mensais à Justiça

São Paulo|Do R7, com Fala Brasil

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Gil Rugai foi condenado a mais de 33 anos de prisão, mas está em liberdade
Gil Rugai foi condenado a mais de 33 anos de prisão, mas está em liberdade ANDRÉ LESSA/ESTADÃO CONTEÚDO

O Ministério Público pediu à Justiça que Gil Rugai, condenado a 33 anos e 9 de reclusão pela morte do pai e da madrasta, passe a ser monitorado por meio de tornozeleira eletrônica. Apesar da sentença, o réu está em liberdade devido a um recurso, apresentado pela defesa dele, que ainda não foi julgado no STF (Supremo Tribunal Federal). O temor da promotoria é que Rugai fuja, caso seja determinada a prisão.

Para evitar que ele deixe o País, o MP pediu ainda o passaporte do jovem e solicitou que ele fizesse visitas mensais à Justiça.


Gil Rugai foi condenado em fevereiro passado, quase nove anos após as mortes do pai, o publicitário Luiz Carlos Rugai, 40 anos, e a mulher, Alessandra de Fátima Troitino, 33 anos. Ele foi considerado culpado pelo crime de duplo homicídio qualificado por motivo torpe.

O casal foi assassinado a tiros, dentro da casa onde morava, em Perdizes, zona oeste de São Paulo, no dia 28 de março de 2004.


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