Ministério Público pede tornozeleira eletrônica para monitorar passos de Gil Rugai
Promotoria solicitou ainda o passaporte do jovem e que ele fizesse visitas mensais à Justiça
São Paulo|Do R7, com Fala Brasil

O Ministério Público pediu à Justiça que Gil Rugai, condenado a 33 anos e 9 de reclusão pela morte do pai e da madrasta, passe a ser monitorado por meio de tornozeleira eletrônica. Apesar da sentença, o réu está em liberdade devido a um recurso, apresentado pela defesa dele, que ainda não foi julgado no STF (Supremo Tribunal Federal). O temor da promotoria é que Rugai fuja, caso seja determinada a prisão.
Para evitar que ele deixe o País, o MP pediu ainda o passaporte do jovem e solicitou que ele fizesse visitas mensais à Justiça.
Gil Rugai foi condenado em fevereiro passado, quase nove anos após as mortes do pai, o publicitário Luiz Carlos Rugai, 40 anos, e a mulher, Alessandra de Fátima Troitino, 33 anos. Ele foi considerado culpado pelo crime de duplo homicídio qualificado por motivo torpe.
O casal foi assassinado a tiros, dentro da casa onde morava, em Perdizes, zona oeste de São Paulo, no dia 28 de março de 2004.
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