Logo R7.com
RecordPlus

Missa de sétimo dia da morte de garoto boliviano será neste sábado

Comunidade boliviana pretende realizar uma passeata após realização da missa

São Paulo|Do R7, com Agência Record

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Brayan Yanarico Capcha foi assassinado com um tiro na cabeça
Brayan Yanarico Capcha foi assassinado com um tiro na cabeça

Neste sábado (6) está prevista a realização da missa de sétimo dia da morte do menino boliviano Brayan Yanarico Capcha, morto com um tiro na cabeça durante um assalto na madrugada de sexta-feira (28), na zona leste de São Paulo. A missa está marcada para 12h na igreja dos Imigrantes.

Após a celebração, a comunidade boliviana deve realizar uma passeara até a praça da Sé, na região central de São Paulo. 


No último domingo, a polícia prendeu o terceiro suspeito de participar do bando que matou Brayan. Trata-se de um adolescente de 17 anos, que chegou a ser apontado como o autor do tiro. Mas ele e os outros dois presos afirmaram à polícia que o autor do disparo foi Diego Freitas Campos, de 20 anos. À polícia, disseram que "não entenderam" a atitude do comparsa, que está foragido. Também confessaram ter tentado matar o comparsa. Ao ser detido, o menor carregava R$ 990.

O outro foragido, além de Campos, é Wesley Pedroso, também de 19 anos. Neste domingo, a polícia chegou a entrar na casa onde os dois estavam escondidos, perto do Parque do Carmo, na zona leste de São Paulo, mas eles fugiram pulando o muro. A casa tinha três pit bulls, o que dificultou o trabalho da polícia.


Brayan foi morto na madrugada de sexta-feira (28), quando o bando invadiu a casa de seus pais, em São Mateus, na zona leste, para fazer um assalto. Os bandidos já haviam pegado R$ 4.500, quando o menino começou a chorar. Irritado com a reação da criança e com o fato de os pais não terem mais dinheiro, Diego Freitas Campos, de 19 anos, teria atirado na cabeça da criança.

Antes, o menino implorou: "Não quero morrer, não matem minha mãe". Mas o ladrão, que havia mandado a mãe calar a criança, apertou o gatilho.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.