Mistério: família diz que professora desaparecida em Catanduva não tinha inimigos
Ex-marido de Fabiana de Paula foi ouvido pela polícia e paradeiro da jovem é desconhecido
São Paulo|Da Rede Record

A professora Fabiana de Paula, 36 anos, está sendo procurada há mais de 15 dias em Catanduva, interior paulista. Vista pela última vez no dia 27 de julho, seu sumiço é um mistério. Segundo a família, a jovem não tinha inimigos e nunca relatou ser perseguida.
O ex-marido da professora foi ouvido na delegacia de Catiguá na última sexta-feira (9). Os dois se separaram há um ano e têm dois filhos, um de 9 e um de 11 anos de idade. Até agora a polícia não descobriu nenhuma pista forte que leve ao paradeiro da mulher.
De acordo com familiares e a polícia, Fabiana saiu por volta das 2h do dia 27 de julho de uma boate. Imagens de câmera de segurança mostram que ela estava acompanhada de um homem e de um casal. No mesmo dia, Fabiana falou ao telefone com uma amiga e combinou de ir a um aniversário. No fim da tarde, ainda entrou em uma rede social e bateu papo com outro conhecido.
No entanto, ela não apareceu na festa como havia combinado e deixou de dar notícias. De acordo com os parentes, o telefone celular dela era atendido e, na sequência, desligado.
Leia mais notícias de São Paulo
Crimes ainda sem solução intrigam a polícia e a sociedade
No início da semana passada, o carro da professora foi encontrado em uma mata fechada, que fica entre Catanduva e Novaes. Intacto, nada foi levado do veículo. Para chegar até o local, quem dirigia o veículo percorreu cerca de 2 km em uma estrada de terra. A família acompanha a conta bancária e cartões de crédito de Fabiana e diz que não houve nenhuma movimentação.













