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Motorista que atropelou carteiro e fugiu com a perna da vítima se entrega à polícia

Gedilson José da Silva seguia para o trabalho de moto quando bateu de frente com um carro

São Paulo|Do R7, com Balanço Geral

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Gedilson José da Silva, de 40 anos, seguia para o trabalho de moto quando bateu de frente com um carro
Gedilson José da Silva, de 40 anos, seguia para o trabalho de moto quando bateu de frente com um carro

Um motorista, de 23 anos, que atropelou um carteiro e fugiu com a perna da vítima no fim de semana se apresentou à polícia. O carteiro foi socorrido pelo helicóptero Águia ao Hospital do M'Boi Mirim, onde passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Gedilson José da Silva, de 40 anos, seguia para o trabalho de motocicleta quando bateu de frente com um carro na Brasilândia, zona norte de São Paulo. Com o impacto, a vítima teve a perna arrancada. O motorista fugiu sem prestar socorro. A polícia suspeita que o automóvel estava em sentido oposto, já que a moto foi atingida na frente e na lateral esquerda.


Nesta quarta-feira (24), o motorista, que não teve o nome divulgado, se apresentou na delegacia, junto com o advogado. Ele disse que o motociclista estava na contramão.

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O condutor informou que, por causa do impacto, a porta do carro ficou travada e ele não conseguiu descer imediatamente. Ele também contou que fugiu sem prestar socorro porque foi ameaçado por testemunhas.

A perna de Silva não foi encontrada. Testemunhas disseram que o membro ficou preso ao pára-choque do carro. Segundo o advogado de defesa, o cliente não se apresentou antes à polícaia porque estava em estado de choque por causa do acidente.


O motorista foi liberado após o interrogatório. O caso foi registrado como lesão corporal culposa na direção do veículo e fuga do local do acidente e segue em investigação no 72º DP (Vila Penteado).

A polícia vai colher outros depoimentos e cruzar as informações com os laudos da perícia para decidir sobre a responsabilidade do condutor do carro. A família do carteiro disse que ele entregava correspondências há pelo menos 16 anos.

Assista ao vídeo:

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