Mulher diz ter sido vítima de preconceito em loja de cosméticos
Valéria da Silva e sua filha foram obrigadas a abrir a bolsa e mostrar os objetos comprados depois em uma loja de Itaquaquecetuba (SP)
São Paulo|Do R7

Valéria da Silva afirma que ela e sua filha foram vítima de preconceito em uma loja de cosméticos em Itaquaquecetuba, Grande São Paulo. De acordo ela, um segurança do estabelecimento impediu sua saída depois de ela comprar mais de R$ 100 em maquiagens, com a suspeita de que sua filha de 15 anos teria furtado objetos da loja. As informações são da Record TV.
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Logo depois, o homem obrigou a dupla a aguardar em um recinto dentro da loja por cerca de uma hora, onde fez Valéria abrir os itens da bolsa, para comparar com a nota fiscal das compras realizadas. Sem achar indícios de crime, o agente de segurança olhou as imagens de segurança do local, para encontrar provas do furto.
Como nada foi encontrado contra Valéria e sua filha, elas foram liberadas do local. Ela registrou um Boletim de Ocorrência logo depois do episódio, e promete entrar com uma ação contra o estabelecimento por danos morais.
A SSP (Secretaria de Segurança Pública) afirma que está analisando as imagens e as partes serão chamadas para prestar esclarecimentos.
















