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"Não tive direito a uma luta justa", diz Carla Cepollina

Para a ré, acusação só tem uma "história de quinta categoria"

São Paulo|Ana Cláudia Barros, do R7

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Carla cepollina falou novamente que foi vítima de "tortura psicológica" durante três dias de interrogatório da polícia
Carla cepollina falou novamente que foi vítima de "tortura psicológica" durante três dias de interrogatório da polícia

Depois de responder às perguntas do advogado Eugenio Malavasi, um de seus defensores, Carla Cepollina afirmou que “não teve direito a uma luta justa”, ao ser questionada se queria fazer alguma consideração final.

Ela reiterou que sofreu “tortura” psicológica durante os três dias em que foi interrogada pela polícia e destacou que a acusação não tinha nenhuma evidência científica de que ela matou o ex-namorado, o coronel Ubiratan Guimarães, em setembro de 2006. Ele foi morto no apartamento onde morava, nos Jardins.


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Carla emendou, dizendo que a acusação só tinha uma “história de quinta categoria”. Declarou ainda que os laudos que constam no processo foram “adulterados”.

— Eles têm uma história de quinta categoria, que não conseguem provar, apesar da pressão e da sacanagem que fizeram comigo.

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