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O que é rope jump: como funciona o esporte radical de salto com corda estática

Associação destaca que é necessário planejamento rigoroso e equipamentos adequados para a prática segura da modalidade

São Paulo|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Maria Eduarda de Freitas, de 21 anos, faleceu ao praticar rope jump sem equipamento de segurança em Limeira, SP.
  • O rope jump, criado nos anos 90, envolve saltar de locais altos com uma corda não elástica, causando uma queda brusca.
  • Acidentes são frequentes no rope jump e bungee jump; no Brasil, o rope jump não possui regulamentação específica.
  • A ABRJP destaca a importância de planejamento rigoroso e equipamentos adequados para a prática segura do rope jump.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O rope jump não possui regulamentação específica no Brasil Rpeordução/Redes Sociais - 13.06.2026

Maria Eduarda de Freitas, de 21 anos, morreu no último sábado (13) após ser lançada sem equipamento de segurança da ponte do Esqueleto, em Limeira (SP), enquanto praticava rope jump.

O esporte, também conhecido como “rope jumping”, foi criado nos anos de 1990 por Dan Osman, que morreu durante a prática do esporte em decorrência de uma falha no sistema de cordas, em 1998.


A modalidade consiste em saltar de locais altos, como prédios, viadutos ou pontes, preso por uma corda não elástica na cintura ou no peito, ligada a um sistema de ancoragem no topo da estrutura, que absorve o impacto da queda. O rope jump é considerado um esporte radical, assim como o rapel, tirolesa e outros esportes com corda.

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Rope Jump x Bungee Jump

As modalidades podem ser parecidas e até mesmo confundidas, mas há uma diferença importante: o tipo de corda utilizada.


Diferente do rope jump, o bungee jump utiliza uma corda elástica que costuma ser amarrada ao tornozelo ou à cintura.

Devido à elasticidade da corda, o praticante, após o salto, realiza um movimento de “subir e descer”, parecido com o de um ioiô.


No rope jump, a queda é mais brusca por conta da falta de elasticidade da corda, e o praticante realiza movimentos de “vai e vem”, como um “pêndulo humano”.

Acidentes e regulamentação

Casos de acidentes são frequentes em ambas as modalidades. Em dezembro do ano passado, uma mulher bateu a cabeça durante a prática de bungee jump no viaduto Sumaré, na zona oeste de São Paulo.


Em 2020, outro caso também chamou a atenção: um empresário morreu durante o salto após a corda arrebentar no viaduto da Prainha, próximo a Belo Horizonte (MG).

No Brasil, o rope jump não possui uma regulamentação específica que exija normas de segurança, mas também não é proibido. Já o bungee jump é regulamentado, de acordo com a Norma Brasileira 16714.

Em nota, a ABRJP (Associação Brasileira de Rope Jump e Pêndulo Humano) reforça que a prática da modalidade exige um planejamento rigoroso, equipamentos adequados, protocolos de segurança por parte da empresa e treinamento adequado de profissionais.

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