Pais de criança morta pela GCM pedem reconstituição de crime
Garoto de 11 anos foi baleado e morto após uma perseguição na zona leste de São Paulo
São Paulo|Do R7, com Agência Record

Os pais de Waldik Gabriel Silva Chagas, de 11 anos, morto no último dia 25 pelo agente da GCM (Guarda Civil Metropolitana) Caio Muratori, irão requerer a reconstituição do assassinato da criança.
Segundo o advogado Ademar Gomes, as alegações do autor dos disparos trazem incoerência com os fatos ocorridos. Acrescenta ainda, que não houve crime culposo e sim doloso, uma vez que ele não tinha o direito de atirar em quem estava em fuga, demonstrando total falta de preparo, pois no porta-malas poderia estar uma vítima de sequestro relâmpago.
O garoto foi baleado e morto após uma perseguição na rua Regresso Feliz, no bairro Cidade Tiradentes, na zona leste da capital. O caso foi apresentado no 49º Distrito Policial — São Mateus, mas o DHPP seguirá com as investigações.
O prefeito Fernando Haddad afirmou que os três guardas municipais metropolitanos envolvidos na perseguição desrespeitaram o protocolo da GCM e da gestão municipal.
A Polícia Civil indiciou o agente que matou o menino por homicídio culposo (quando não há intenção de matar). Ele pagou fiança e responderá ao processo em liberdade, segundo informações divulgadas pela polícia.
De acordo com Lei Federal e decreto municipal, os guardas são autorizados a andarem armados, mas a orientação do comando na cidade de São Paulo é que os agentes façam uso da arma apenas para a segurança dos agentes e em situações extremas.
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