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“Parem de me julgar”, diz madrasta de menina Vitória em entrevista

Maria Luzanira Vaz falou sobre o boletim de ocorrência registrado em 2012 e as ameaças quem tem recebido depois da morte da enteada

São Paulo|Ingrid Alfaya, do R7 com informações da RecordTV

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Maria Luzanira Vaz era madrasta de Vitória e casada há oitos anos com o pai da menina
Maria Luzanira Vaz era madrasta de Vitória e casada há oitos anos com o pai da menina

"Só quero minha vida de volta, parem de me julgar", afirmou Maria Luzanira Vaz, madrasta da menina Vitória Gabrielly, de 12 anos, que teve o corpo encontrado no sábado (12) em uma região de mata de Araçariguama, em São Paulo, após ficar desaparecida por oito dias. 

A possível participação da atual esposa do pai, Roberto Vaz, foi levantada depois que dois boletins de ocorrência de desentendimentos na família foram divulgados. A madrasta não é investigada pela Polícia Civil como suspeita pelo crime.


No primeiro boletim de ocorrência, registrado em agosto de 2012, a mãe de Vitória, Rosana Guimarães, relatou à Polícia Civil que a filha havia sido agredida pela madrasta.

O caso foi registrado como maus-tratos e o pai da menina, Beto Vaz, foi testemunha do caso.“Quando nosso relacionamento começou em 2012, a Rosana não aceitou. Nós casamos em 2010, e a Vitória vinha ficar em casa com a gente. Todo final de semana era uma confusão”, conta a madrasta em entrevista à RecordTV.


Sobre como teria sido a agressão, Luzinara não hesita e explica em detalhes o que aconteceu: “Em um desses finais de semana, houve uma discussão entre mim e o Beto por causa de mensagens da Rosana [mãe da Vitória]. Ele me empurrou, e quando eu levantei eu vi as crianças bem na minha frente, a Vitória e o Marcos. Eu com raiva, peguei os dois pelo braço e empurrei para fora de casa.”

Não acredito que a madrasta tenha culpa, diz mãe da menina Vitória


Quanto ao boletim registrado em 2014, pela própria Luzinara, que denuncia injúrias feitas pela Rosana e pelos filhos, ela afirma que foi uma forma de se proteger. "Eles eram menores eu não podia revidar de outra forma", explica.

Ainda segundo a madrasta, ela tem recibo diversas mensagens ameaçadoras. "Eu resolvi dar esse esclarecimento porque minha família está toda no Ceará, e eles ficam preocupados vendo as pessoas me colocando como suspeita."


Sobre as críticas sobre uma postura mais fria, ela rebate: “Eu fico entre a mãe e o pai, eu sinto a dor dela, eu sinto a dor do meu marido. Mas eu preciso dar força para eles”, lamenta Luzanira.

Assista todos os detalhes da entrevista com a madrasta de Vítória Gabrielley:

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