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PF diz não ter estatísticas específicas sobre armas roubadas de empresas de segurança

Sinarm e Gesp, os sistemas eletrônicos da Polícia Federal, não possuem informações compiladas

São Paulo|Do R7

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A Polícia Federal afirma não ter, de modo separado, em seu banco de dados, a situação das armas de empresa de segurança privada.

Questionada pela reportagem, em um dos recursos feitos por meio da Lei de Acesso à Informação, a PF, em texto assinado por seu número um, o superintendente Leandro Daiello Coimbra, disse:

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— O Sinarm não dispõe de estatísticas específicas quanto às empresas de segurança privada.

Em outro trecho, o texto afirma que o Sistema de Gestão Eletrônica de Segurança Privada (Gesp), outro bando de dados da PF, também não dispõe dos dados estatísticos.

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— Em outras palavras, os sistemas eletrônicos da Polícia Federal, no caso o Gesp e o Sinarm, não possuem as referidas informações compiladas e, portanto, sua obtenção depende de trabalho adicional de análise e consolidação de dados.

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A reportagem só recebeu as estatísticas depois de entrar com o terceiro recurso. Após apelação à Controladoria-Geral da União, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, assinou despacho determinando que os números fossem fornecidos.

Questionada na última quinta-feira (28) sobre como as armas de empresas de segurança privada de São Paulo são fiscalizadas e sobre quantos agentes são responsáveis por essa fiscalização, a PF não respondeu.

Ação arquivada

No ano passado, o Instituto Sou da Paz moveu uma ação civil pública questionando a forma como a Polícia Federal fiscalizava o arsenal de empresas de segurança privadas. A ação acabou arquivada.

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