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Polícia prende segundo suspeito de participar da execução do ex-delegado Ruy Ferraz em SP

Segundo a polícia, homem detido nesta sexta-feira (19) seria responsável pela logística do atentado

São Paulo|Nayara Paiva, da Agência RECORD

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A polícia prendeu um homem suspeito de ser responsável pela logística da execução do ex-delegado Ruy Ferraz Fontes em Praia Grande (SP).
  • Este é o segundo suspeito detido; a primeira prisão foi de Dahesly Oliveira Pires, suposta transportadora de um fuzil usado no crime.
  • Outros três suspeitos estão foragidos e a participação do PCC no crime é confirmada pela polícia.
  • Investigações apontam que houve retaliação por conta do cargo público de Fontes ou vingança pelo combate ao PCC.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Identidade do suspeito preso ainda não foi revelada REPRODUÇÃO/RECORD NEWS - 17.09.2025

Um homem suspeito de participar na logística da execução do delegado Ruy Ferraz Fontes em Praia Grande (SP) foi preso, na manhã desta sexta-feira (19). A identidade do detido ainda não foi revelada.

Esta é a segunda prisão realizada pela polícia de suspeitos de envolvimento no caso. Na quarta-feira (17), Dahesly Oliveira Pires, 25 anos, foi detida temporariamente.


Dahesly é suspeita de transportar um fuzil usado no crime. Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, o imóvel onde a arma foi retirada por ela foi identificado e passou por perícia.

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O proprietário do imóvel, que estava alugado, é irmão de um policial militar, e ambos serão investigados.


Ainda segundo a pasta, todos que alugaram a residência nas últimas semanas serão ouvidos. As diligências continuam.

Outros três suspeitos identificados - Luiz Antônio Rodrigues de Miranda, 40 anos, Felipe Avelino da Silva, 25 anos, e Flávio Henrique Ferreira de Souza, de 24 anos - continuam foragidos.


Delegado assassinado: Flávio Henrique Ferreira de Souza e Felipe Avelino da Silva são procurados Montagem/Reprodução/RECORD – 18.09.2025

Participação do PCC

A Polícia Civil afirmou que não tem dúvidas da participação do PCC (Primeiro Comando da Capital) no crime.

A polícia trabalha com duas hipóteses para o crime: retaliação pelo cargo público ocupado por Fontes ou vingança por seu combate ao PCC.


Até o momento, as autoridades acreditam que houve a participação de pelo menos oito pessoas no assassinato.

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