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Policiais suspeitos de revender drogas apreendidas são presos

Escrivão e cabo da Polícia Rodoviária Estadual estavam afastados de suas atividades

São Paulo|Da Agência Record

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Foram apreendidos com os policiais arma, dinheiro e drogas
Foram apreendidos com os policiais arma, dinheiro e drogas

A corregedoria da Polícia Civil deteve dois policiais na noite desta segunda-feira (2). A dupla é suspeita de prender traficantes e revender as drogas apreendidas.

A Polícia Militar recebeu a denúncia de que bandidos que estavam em um carro haviam acabado de sequestrar um rapaz no bairro do Grajaú, na zona sul da cidade de São Paulo. Pouco tempo depois, o veículo foi parado por uma equipe da PM, que verificou que os suspeitos eram, na verdade, dois policiais: um escrivão da Polícia Civil e um cabo da Polícia Rodoviária Estadual.


O rapaz que estava com os policiais era um traficante de 18 anos, que revelou que estava sendo extorquido pelos policiais. Segundo ele, a dupla estava à paisana e exigiu R$1.000 para não prendê-lo. Os policiais, por sua vez, alegaram que foram ameaçados. No entanto, os policiais estavam afastados e não poderiam exercer a função. O escrivão responde a um processo administrativo e o policial rodoviário está em licença médica.

A arma dos policiais e R$ 2.000 foram apreendidos, além de porções de cocaína, crack e maconha. O traficante vítima da extorsão foi preso por tráfico de drogas. O caso está na corregedoria da Polícia Civil, após ter passado pelo 101º DP.


Outro caso

A corregedoria da Polícia Civil também trabalhou em outro caso durante a noite de segunda-feira. Os policiais suspeitos de corrupção extorquiam o dono de uma empresa de segurança. Os dois foram detidos e levados para Corregedoria.

Segundo a denúncia, policiais civis do 26º Distrito Policial começaram a cobrar propinas das motos utilizadas pela empresa, relatando que elas estariam irregulares. O empresário disse que as motos são antigas e baratas, mas estão dentro das normas exigidas, mas os policiais sempre apontavam problemas que não existiam e cobravam valores para liberar os veículos que chegavam a R$12 mil.

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