Portugueses são condenados por atropelar e matar frentista em SP
Segundo o TJ-SP, penas chegam a mais de 42 anos de prisão. O crime ocorreu em 2017, em Osasco, quando 4 homens esfaquearam o frentista
São Paulo|Bianca Santos, da Agência Record, e Fabíola Perez, do R7

Os quatro portugueses acusados de matar o frentista Agenor Correa, de 62 anos, foram condenados a penas que variam de 34 anos, sete meses e dez dias a 42 anos e oito meses de reclusão, em regime inicialmente fechado, por homicídio triplamente qualificado.
De acordo com o Tribunal de Justiça de São Paulo, o julgamento terminou na noite desta quarta-feira (31). O crime ocorreu em 2017, em Osasco, região metropolitana de São Paulo. O júri foi presidido pela juíza Elia Kinosita Bulman, da Vara Criminal e de Execuções Criminais de Osasco.
Um deles deles foi condenado a mais seis meses de detenção, dez dias multa e à suspensão do direito de dirigir pelo prazo da condenação.
Segundo a denúncia, o crime ocorreu no dia 30 de maio de 2017, quando os acusados bebiam em uma loja de conveniência do posto e um deles deu um tapa na cabeça de um dos frentistas.
A atitude gerou uma confusão que deu início a uma briga generalizada, causando a morte de um dos funcionários do posto, após levar duas facadas. Um dos acusados ainda passou com o carro por cima dessa vítima.
Segundo testemunhas do local, os homens estavam embriagados quando atacaram os funcionários do posto. A briga começou quando o frentista se preparava para ir embora para casa e os portuguesas ameaçaram roubar pertencer da mochila de Agenor. Ele não deixou e, por isso, teriam começado as agressões.













