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Prefeitura de SP dará R$ 360 milhões para monotrilhos

Apenas o trecho central da Linha 17 está sendo construído atualmente

São Paulo|Do R7

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O repasse de R$ 360 milhões será o primeiro aporte volumoso de dinheiro da Prefeitura sob o comando de Fernando Haddad (PT)
O repasse de R$ 360 milhões será o primeiro aporte volumoso de dinheiro da Prefeitura sob o comando de Fernando Haddad (PT)

A Prefeitura de São Paulo promete repassar R$ 360 milhões para a construção de dois monotrilhos, as Linhas 15-Prata, na zona leste, e a 17-Ouro, na sul. Com isso, pela primeira vez, o governo do Estado começa a falar em obras desse segundo ramal em Paraisópolis.

Atualmente, só o trecho central da Linha 17 está sendo construído, entre Aeroporto de Congonhas e a Estação Morumbi da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), na Marginal do Pinheiros. Nesse trajeto, os trabalhos começaram há dois anos. O aporte municipal permitirá o avanço do ramal para além do rio, com a criação das Estações Panamby, Paraisópolis e Américo Maurano.


Será o primeiro aporte volumoso de dinheiro da Prefeitura sob o comando de Fernando Haddad (PT) ao Metrô. Outras parcerias no setor incluem a elaboração de projetos para a extensão da Linha 5-Lilás para a região de Jardim Ângela, na zona sul, e R$ 80 milhões para as obras da Linha 4-Amarela, que neste ano completam dez anos.

"Fora o que a Prefeitura vai gastar em desapropriação para viabilizar o caminho do monotrilho até a Estação Jabaquara", disse Haddad.


Cerca de 2 mil famílias em moradias irregulares serão reassentadas.

Atraso


Também nesta sexta-feira (14), o governo Alckmin anunciou que a entrega do primeiro sistema de monotrilho da capital não será em março, conforme anunciado no início do ano. Agora, a inauguração da Linha 15-Prata só deve ocorrer em maio - originalmente, seria em janeiro. E o funcionamento inicialmente será em forma de "visitas" dos passageiros aos fins de semana.

Segundo o presidente do Metrô, Luiz Antonio Carvalho Pacheco, houve atraso em relação ao cronograma e a empresa responsável pela construção dos trens, a canadense Bombardier, está sendo multada.

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