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Prefeitura de SP decide reabrir AMAs e recontrata funcionários

Secretária Municipal de Saúde se comprometeu com o Ministério Público em retomar o atendimento em 13 unidades fechadas até o fim de setembro

São Paulo|Márcio Neves, do R7 com Andressa Isfer, da Agência Record

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AMA Vila Barbosa, na zona norte de SP, já funcionava de forma unificada à UBS
AMA Vila Barbosa, na zona norte de SP, já funcionava de forma unificada à UBS

Após um pedido do MP-SP (Ministério Público de São Paulo) a Prefeitura de São Paulo decidiu reabrir 13 AMAs (Assistências Médicas Ambulatoriais), que haviam sido fechadas em uma reestruturação feita pela Secretaria Municipal de Saúde em março.

Por meio de nota, a pasta afirmou que "vai retomar, ainda em agosto, o atendimento aos sábados em 13 unidades de saúde e, no mês de setembro, estas unidades retomam o atendimento também de segunda a sexta". A nota afirmou ainda que também iniciou o processo de recontratação dos profissionais dispensados, e ressaltou que de 71 médicos demitidos, 61 foram contratados.


Quando a Prefeitura decidiu pelo fechamento de 108 AMAs, a ideia da Secretaria Municipal de Saúde era que é o atendimento realizado por essas unidades seriam absorvidas pelas UBSs (Unidades Básicas de Saúde). A diferença entre os dois tipos de estabelecimentos é que as AMAs são unidades de pronto atendimento para casos de simples, como um mal-estar ou uma gripe, enquanto as UBSs são centros médicos com consultas agendadas.

A mudança gerou reclamações que chegaram ao Ministério Público. Inclusive, em maio, um mês após anunciar o fechamento das AMAs, a prefeitura, após reunião no MP-SP, decidiu suspender o projeto de reestruturação. “O grande problema é que a população precisa ser exaustivamente esclarecida”, afirmou Wilson Pollara, secretário da saúde, em entrevista exclusiva ao R7 na época.

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