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Prefeitura promete expandir bicicletas compartilhadas à periferia

Total de bikes disponíveis subirá de 1 mil para 10 mil, segundo a gestão Doria

São Paulo|Osvaldo Albuquerque, do R7

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A Prefeitura de São Paulo prometeu, nesta quinta-feira (21), multiplicar por dez o número de bicicletas compartilhadas na cidade e expandir o serviço para a periferia da capital.

Após o prefeito, João Doria, assinar o decreto que formaliza o uso e compartilhamento de bicicletas em locais públicos de São Paulo, A proposta foi detalhada pelo secretário de Mobilidade e Transportes, Sérgio Avelleda.


— A Prefeitura vai orientar a instalação de estações na região central, mas também vai exigir que sejam implantadas na periferia, onde acreditamos que não é um favor porque a região tem muitos usuários e essas empresas vão ganhar dinheiro, a operação será boa lá. Os bicicletários mais lotados da CPTM estão na região periférica.

Segundo Avelleda, a expectativa é que daqui a um ano 10 mil bicicletas sejam usadas – atualmente são oferecidas cerca de mil bicicletas.


— Esse não é um número fixo, ele poderá crescer de acordo com a demanda.

As operadoras do sistema também vão precisar instalar estações de retirada e de devolução de bicicletas próximas a terminais de ônibus municipais e estações de Metrô e da CPTM, além de promover a interligação à rede cicloviária municipal. Atualmente, muitos desses locais de retirada ainda não oferecem essa integração.


Para usar o sistema, o usuário precisará de um aplicativo com QRCode, ou utilizar seu Bilhete Único. No futuro, todo o processo será realizado via celular com o aplicativo do programa que ainda será lançado.

Também será preciso criar uma ferramenta de avaliação para os usuários, além de fornecer comprovante eletrônico contendo informações como origem e destino da viagem, tempo total do percurso e o preço total pago. Hoje, o usuário recebe um comprovante apenas com o valor pago pelo uso da bicicleta.


A Prefeitura também pretende que o usuário possa levar a bicicleta para casa à noite, sem ter que pagar taxa extra por isso. Sobre a possibilidade de funcionamento 24 horas, Avelleda diz que é preciso que haja a integração com o transporte público e que o assunto deve ser debatido com as operadoras.

O serviço funcionará como sistema misto, ou seja, o órgão público será o gerenciador do projeto, mas abrirá concessão para a iniciativa privada explorar a atividade. Atualmente, essa parceria já ocorre entre Itaú e a Prefeitura.

Segundo o secretário, pelo menos outras cinco operadoras já manifestaram interesse em participar.

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