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Prefeitura recebe documentos e estuda a reabertura da boate Bahamas

Subprefeitura da Vila Mariana vai reavaliar as condições de funcionamento do estabelecimento

São Paulo|Do R7

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Empresário chegou a ser condenado em 2011
Empresário chegou a ser condenado em 2011 CRISTINA CASTELLO BRANCO/AE

A Subprefeitura da Vila Mariana, na zona sul de São Paulo, confirmou que recebeu os documentos para reavaliação da abertura da boate Bahamas, do empresário Oscar Maroni. De acordo com a prefeitura, a série de documentos ainda está sendo avaliada.

Após o Tribunal de Justiça de São Paulo inocentar o empresário de crimes relacionados à prostituição, a juíza Carmen Cristina F. Teijeiro e Oliveira, da 5ª Vara Cível de São Paulo, determinou que a subprefeitura da Vila Mariana reavalie as condições de funcionamento da boate Bahamas.

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Segundo a decisão da juíza, o órgão deve se basear nas novas regras de Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) sobre as “atividades permitidas na área”.

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O imóvel foi fechado pela prefeitura porque o estabelecimento estaria localizado na zona de ruído do aeroporto de Congonhas, de acordo com a administração municipal. Mas, segundo o empresário, com o tratamento acústico que a boate tem disponível, o local ficará com menos de 40 decibéis, o que seria aceitável pela Anac. Diante disso, Maroni entrou com um pedido de mandado de segurança para que essa questão fosse reavaliada.

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Absolvição 

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Em abril deste ano, decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo inocentou o empresário Oscar Maroni, proprietário da boate Bahamas, de crimes relacionados à prostituição. Condenado em 2011 a 11 anos e oito meses de prisão por favorecimento e manutenção de casa de prostituição, Maroni recorreu da sentença em liberdade.

Na decisão, os desembargadores do TJ avaliaram que Maroni não explorava as mulheres que frequentavam seu estabelecimento e que não recebia nada pelos programas realizados em sua casa.

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