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Promotor diz que testemunha de defesa de Mizael Bispo é "sem credibilidade e parcial"

A corretora de imóveis foi ouvida na tarde desta terça-feira

São Paulo|Vanessa Beltrão, do R7

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Testemunha disse que Mizael e Mércia viviam em harmonia
Testemunha disse que Mizael e Mércia viviam em harmonia

O promotor do caso Mércia Nakashima, Rodrigo Merli, afirmou que a primeira testemunha de defesa, a corretora de imóveis Rita Maria de Souza, é "parcial". Ela foi ouvida na tarde desta terça-feira (12), no Fórum Criminal de Guarulhos, na Grande São Paulo, durante o segundo dia de júri do policial militar reformado Mizael Bispo, acusado de matar a ex-namorada em maio de 2010.

Rita confirmou que participou de um abaixo-assinado que dizia que o réu teve suas garantias individuais violadas. Para o promotor, a corretora "é uma testemunha sem credibilidade, parcial, amiga, bastante íntima do senhor Mizael, que inclusive assinou um abaixo assinado em seu favor, escreveu uma carta e encaminhou para prisão".


A carta iniciada com a expressão “caro amigo” e finalizada com “abraços, Rita” foi mostrada durante o seu depoimento pelo promotor Merli. Ela confirmou também durante seu testemunho que o texto havia sido escrito por ela.

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Durante o seu depoimento, a testemunha informou que conheceu o réu, que também é advogado, em 2004 quando ele alugou uma sala para montar um escritório de advocacia em cima da imobiliária onde ela trabalha na região do Bonsucesso, em Guarulhos, na Grande São Paulo. Um ano depois, Mércia se tornou sócia do Mizael no empreendimento. A corretora afirmou que o acusado e a vítima viviam em "clima de harmonia".

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