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Protesto contra revista Veja termina com cinco agências bancárias depredadas e carro incendiado

Grupo de 200 manifestantes deixou edifício da Editora Abril e destruiu agências próximas 

São Paulo|Fernando Mellis, do R7

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Duas agências do Itaú ficaram destruídas na Pedroso de Morais
Duas agências do Itaú ficaram destruídas na Pedroso de Morais

O grupo de cerca de 200 manifestantes que fazia um protesto contra a revista Veja na entrada do edifício da Editora Abril, no bairro de Pinheiros, na capital paulista, se dispersou após um breve confronto com polícias militares. Após atirarem pedras contra o prédio e viaturas, os manifestantes deixaram o local repelidos por bombas de efeito moral.

Na Avenida Pedroso de Morais, a alguns metros da Editora, eles depredaram cinco agências bancárias. Duas do Banco Itaú, uma do HSBC, outra do Bradesco e mais uma do Banco do Brasil.


Na Avenida Professor Frederico Hermann Jr., também nas proximidades da sede da Abril, outro grupo de manifestantes incendiou um veiculo, destruiu a vitrine de uma loja e arrebentou os para-brisas de diversos carros estacionados. Um manifestante foi detido e encaminhado ao 14º Distrito Policial.

O protesto contra a revista 


O grupo saiu do largo da Batata na região Oeste da capital paulista por volta das 18h em direção à Editora. O ato aconteceu por conta da publicação da matéria de capa da revista do dia 21 de agosto, “O bando dos caras tapadas”. A matéria fazia um "perfil" dos manifestantes do Black Bloc que, segundo a publicação, “saem às ruas para quebrar tudo”.

Por causa da manifestação, a Diretoria de Recursos Humanos da Abril S.A. mandou nota para os funcionários da empresa, afirmando que aqueles que ficarem "desconfortáveis com essa possível ação estão liberados para encerrar o expediente".

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