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Setor de crime organizado vai investigar arrastões em SP

Antes, esse tipo de roubo era investigado pelas delegacias onde era registrado

São Paulo|Do R7

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Suspeito de integrar quadrilha que faz arrastões foi morto após perseguição
Suspeito de integrar quadrilha que faz arrastões foi morto após perseguição

Os casos de arrastão em São Paulo passarão a ser investigados pelo Deic (Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado) da Polícia Civil. A informação foi confirmada pela SSP (Secretaria de Segurança Pública) do Estado nesta quarta-feira (29). Antes, esse tipo de roubo era competência das Delegacias de Polícias onde cada um dos crimes era registrado.

Na noite da última segunda-feira (27), mais um comércio foi alvo de arrastão na capital paulista. A pizzaria Forno da Vila, na Vila Mariana, na zona sul. O crime ocorreu por volta das 21h30, na rua Capitão Macedo, 552, em frente a uma inspetoria da GCM (Guarda Civil Metropolitana). O caso já está sendo investigado pelo Deic.


Cinco homens armados renderam cerca de 20 clientes, segundo testemunhas. O jornal O Estado de S. Paulo apurou que um suspeito do crime foi morto em uma troca de tiros com a polícia na Rua do Oratório, na Mooca, zona leste da cidade, mas sua fotografia ainda não foi mostrada às vitimas para reconhecimento. O caso foi registrado no 27º DP (Campo Belo) e transferido para o 36º DP (Vila Mariana), área do fato.

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Dois produtores musicais de 38 anos e outro de 36 prestaram queixa. Eles relataram à polícia que os suspeitos fugiram levando suas carteiras com diversos documentos, cartões bancários, talão de cheques, chaves, celulares e R$ 400.

Os produtores disseram na delegacia ter ouvido de outras pessoas que os assaltantes chegaram ao local com um Toyota Corolla e entraram discretamente como se fossem clientes. As vítimas foram direcionadas ao 26º DP (Sacomã) para um possível reconhecimento fotográfico de suspeitos, mas até as 11h desta quarta-feira ninguém havia sido preso, segundo a SSP. A pasta informou que não diferencia o arrastão dos demais furtos e, portanto, não sabe informar o número de arrastões registrados em São Paulo neste ano.

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