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Sobe para 47 o número de presos em depredações e saques 

Diversas pessoas invadiram lojas da região central e levaram eletrodomésticos e roupas

São Paulo|Julia Carolina, Thiago Araújo, do R7, com Agência Record e Estadão Conteúdo

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Vândalos levam eletrodomésticos de lojas no centro
Vândalos levam eletrodomésticos de lojas no centro

Pelo menos 47 pessoas foram detidas suspeitas de envolvimento nas depredações e saques na região central de São Paulo na noite desta terça-feira (18), de acordo a PM (Polícia Militar). Os detidos foram levados para o 1º Distrito Policial, na Sé, no centro, e 8ºDP, no Belém, zona leste da capital.

Por meio de nota, a SSP informou que os "responsáveis estão sendo monitorados e serão investigados". A Polícia Civil já recebeu determinação da Secretaria da Segurança para abrir inquéritos.


A Tropa de Choque se dividiu em duas frentes. O maior efetivo foi pelo viaduto do Chá e chegou a praça do Patriarca, rua São Bento e rua Direita. Com a presença das polícia, os manifestantes se dispersaram. Diversos saques aconteceram em lojas nessas ruas. Foram levados televisores, computadores e até uma motocicleta que foi queimada.

Manifestantes cercam prefeitura e tentam invadir


Mais cedo, os manifestantes cercaram a sede da Prefeitura de São Paulo, onde derrubaram as grades e tentaram invadir o prédio. Houve depredações e paredes foram pichadas por um grupo pequeno de pessoas.

Os manifestantes, que seguiam pela avenida Paulista, protestavam de forma pacífica, mas a principal avenida da cidade foi bloqueada para o tráfego de automóveis nas duas direções.


Manifestantes tomam contam das ruas da cidade

Criminosos colocam fogo em carro de reportagem da Record


Mais cedo nesta terça-feira, Haddad se reuniu com líderes do MPL (Movimento Passe Livre), que têm organizado as manifestações, durante reunião do Conselho da Cidade e disse que irá analisar as planilhas de custos do transporte público para avaliar a possibilidade de reduzir a tarifa, reajustada de R$ 3 para R$ 3,20 reais no início do mês.

Na véspera, mais de 200 mil pessoas foram às ruas de todo o País em uma onda de protestos que teve como estopim o reajuste no preço da tarifa do transporte público, mas que já engloba uma série de outras insatisfações, como o protesto contra os gastos com a Copa do Mundo de 2014.

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