Logo R7.com
RecordPlus

SP muda formato de cobrança do ICMS para quatro setores

Mudança cobrirá setores do agronegócio, para aumentar sua competitividade: laticínios, frutas secas, farinha e pectina (subproduto da laranja) 

São Paulo|Do R7

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Com mudança, governo quer manter setores competitivos após
acordo da UE
Com mudança, governo quer manter setores competitivos após acordo da UE

O modelo de cobrança de ICMS no Estado de São Paulo sobre máquinas e equipamentos de alguns setores do agronegócio - laticínios, frutas secas, farinha e pectina (subproduto da laranja) - mudou na virada do ano e foi detalhado nesta sexta-feira (10). Para equipamentos importados, o ICMS, que era recolhido antes do produto ser liberado da alfândega, passará a ser recolhido após a entrada na revenda.

Leia mais: Governo de SP repassa R$ 1,1 bi de ICMS para municípios paulistas


"O modelo anterior era prejudicial ao fluxo de caixa das empresas", disse o secretário de Fazenda do Estado, Henrique Meirelles. Para equipamentos fabricados em São Paulo, o crédito do ICMS, que era recebido ao longo de 48 meses, passa a ser integral e imediato.

O governador do Estado, João Doria (PSDB), destacou a importância do agronegócio para São Paulo e disse que o Estado pretende industrializar ainda mais o setor. "O agronegócio de São Paulo representa 22% do total do agro brasileiro e já vem apresentando crescimento. Em 2019, o desempenho foi positivo", disse. "E o Estado já é líder mundial nos setores de açúcar, etanol, álcool e laranja/suco."


O secretário de Agricultura, Gustavo Junqueira, disse que a demanda por essa mudança é antiga, "principalmente pelo setor de laticínios, que vem fazendo esse pedido desde 2015".

Leia também

Ele afirmou que o setor agroindustrial precisa de mais competitividade até porque, em breve, os produtos brasileiros entrarão no mercado europeu já que Mercosul e União Europeia firmaram acordo comercial. "Em cinco anos devemos ter laticínios na Europa, então precisaremos de equipamentos mais modernos", disse.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.