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STF nega novo júri do caso Isabella

Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá foram condenados por homicídio em 2010

São Paulo|Do R7

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Perícia concluiu que Isabella foi jogada de janela de prédio
Perícia concluiu que Isabella foi jogada de janela de prédio

A defesa do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá sofreu na terça-feira (10) mais uma derrota no STF (Supremo Tribunal Federal). A corte negou o pedido para um novo júri dos condenados pela morte da menina Isabella Nardoni, morta aos 5 anos em 29 de março de 2008.

O recurso foi apresentado à Segunda Turma do STF, que considerou que o protesto para o novo júri foi extinto por uma lei de agosto de 2008, antes da condenação dos réus portanto, em 27 de março de 2010.


O advogado criminalista Roberto Podval, que defende o casal, informou em agosto deste ano que pretendia tentar na Justiça a libertação de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá. Um laudo de 65 páginas feito, nos Estados Unidos, pelo diretor James K. Hahn, do Instituto de Engenharia Biomédica da George Washington University, era a novidade que Podval esperava usar para modificar o quadro atual do caso. Na época, em entrevista ao R7, o criminalista disse ter em mãos uma prova "séria e idônea".

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Alexandre Nardoni, pai de Isabela, e Anna Carolina Jatobá, madrasta, foram condenados por homicídio triplamente qualificado e fraude processual. Ele recebeu uma pena de 31 anos, 1 mês e 10 dias de prisão; ela, de 26 anos e 8 meses.


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Segundo o Ministério Público de São Paulo, no dia 29 de março de 2008, Isabella teria sido asfixiada e depois jogada pela janela do apartamento do casal.

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