São Paulo Suspeito é preso após furto de barra de ferro do muro de vidro da USP

Suspeito é preso após furto de barra de ferro do muro de vidro da USP

O homem também teria quebrado alguns vidros para realizar o furto. Polícia investiga se ele foi responsável pelos danos causados em outras ocasiões 

Vidro USP

Homem teria furtado uma das colunas que sustentam os vidros

Homem teria furtado uma das colunas que sustentam os vidros

Fabíola Perez/R7

Um homem, de 38 anos, foi preso na madrugada deste sábado (28), após  furtar uma coluna de alumínio que sustenta a parede de vidro da raia olímpica da USP, na região do Butantã, zona oeste da capital.

De acordo com a polícia, o homem furtou a coluna, mas foi supreendido pela GCM (Guarda Civil Metropoltina) quando tentava fugir. Ele também teria quebrado alguns vidros para realizar o furto.

O suspeito foi conduzido ao 91º DP (Ceagesp), onde o caso foi registrado como furto qualificado. 

Ele passou por audiência de custódia, no Fórum da Barra Funda. De acordo com o tribunal de Justiça, a prisão em flagrante foi convertida para prisão preventiva. Ele será encaminhado a um Centro de Detenção Penitenciária.

A Polícia Civil irá investigar se o indiciado também foi responsável pelos danos causados em outras ocasiões.

Vidros quebrados e mistério

O muro de vidro da Raia Olímpica da USP (Universidade de São Paulo), amanheceu quebrado pela 3º vez na terça-feira (24). A primeira vez tinha sido apenas duas semanas após a entrega da primeira fase do projeto.

Após a terceira placa de vidro ser quebrada no intervalo de uma semana, uma série de hipóteses começou a ser levantada. Pássaros rasantes que, ao voar, colidem com o vidro, pedras que poderiam acertar o muro com a passagem de caminhões e a trepidação dos carros que estão a apenas seis metros de distância dos painéis.

Para os funcionários que trabalham nos arredores da estrutura diariamente nenhuma dessas possiblidade se aproxima do que poderia ocorrer de fato. Eles acreditam que pessoas atiram pedras de barro contra o vidro durante a noite e outras chegam até a atirar com armas de fogo contra a estrutura.

A Prefeitura de São Paulo informou que a USP registrou dois boletins de ocorrência e que a Polícia Civil está investigando o caso. Já para colaborar com a segurança do local, a prefeitura fará um convênio com a USP para que a Guarda Civil Metropolitana possa patrulhar a área.

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